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Estou escrevendo esta mensagem em San Diego, nos EUA, onde participo da Assembleia Internacional de 2018. Aqui, para qualquer lado que se olhe, você verá alguém com um sorriso em sua direção. As diferenças de idioma, vestimentas, cultura, alimentação, nada disso interfere para que haja amizade e um congraçamento geral.

Que tal se ampliássemos para o restante do mundo esse clima de fraternidade que reina em nossa Assembleia Internacional? Que tal olharmos sempre as pessoas, mesmo que diferentes de nós, com o mesmo olhar que temos aqui? Esse olhar de compreensão, de querer ajudar, de querer facilitar a vida de todos.

O que mais vejo na Assembleia é rotariano pedindo ajuda. Todo mundo quer saber onde fica tal sala, onde se pode
comprar alguma coisa, onde é a farmácia e (por incrível que pareça) mesmo pessoas que não estão acostumadas com o local fazem de tudo para ajudar quem precisa.

Em nossa vida, devemos fazer como aqui e estar sempre atentos para auxiliar alguém – e se não pudermos ajudar,
pediremos para quem possa. Quando dedica um gesto de atenção a uma pessoa, você está criando uma partícula do
bem e espargindo-a para o Universo. Vamos começar por nossa casa, por nossa empresa, com os nossos funcionários, e assim por diante. Essa corrente do bem vai se expandido e, com certeza, tornará o mundo melhor para você e todos os demais.

Por outro lado, aqui não vejo ninguém com fome, ninguém doente, ninguém com o olhar para o infinito. Vejo pessoas vibrantes com os objetivos a serem alcançados.

Será que alguém pode estar em paz quando seu filho está passando fome, doente ou sentindo dores, sem ao menos ter o dinheiro necessário para comprar remédio e comida por estar desempregado?

Como rotarianos, devemos ir ao encontro desses menos favorecidos para que possamos criar a cultura do bem-estar
para todos, ou seja: o mínimo necessário para que uma pessoa tenha a oportunidade de viver em paz com sua
família e em sua comunidade.

Uma das nossas áreas de enfoque é Paz e Prevenção/Resolução de Conflitos. O Rotary patrocina cursos para que jovens se aperfeiçoem em nível de mestrado para resolver conflitos que nem mesmo as forças bélicas conseguiriam resolver. Por meio da nossa ajuda financeira, temos a oportunidade de melhorar o mundo no atacado, porém é no varejo que nossos clubes atacam conflitos como a falta de estudos, de trabalho e de moradia.

Se cada Rotary Club puder realizar um projeto voltado ao estabelecimento da paz em sua comunidade, não importa de que maneira, seremos um mundo com uma egrégora muito melhor, capaz de emanar melhores energias para o
Universo.

Fiquem em paz e façam a diferença.

PAULO ZANARDI
Rotary International
Diretor 2017-19


JANEIRO/2017

Um Rotary Club está fazendo uma campanha para que os eleitores saibam como votar nas eleições de outubro.

Entre outras ações, seus associados estão colocando adesivos nos automóveis da cidade com os dizeres “Vote somente em Ficha Limpa” ao lado do logotipo do clube.

Preocupado, o governador distrital me ligou dizendo que alguns rotarianos de outros clubes estavam apreensivos com tal campanha, pois o Rotary não se envolve em política.

Respondi a ele que o Rotary, como organização, não se envolve em política partidária, mas os rotarianos têm o
dever de se envolver em todos os assuntos que sejam pertinentes à aplicação da Prova Quádrupla, que nos
indaga: “Será benéfico para todos os interessados?”. É importante alertar a população para que políticos que
cometeram erros não sejam reeleitos, não interessando a quais partidos políticos pertençam, pois, do contrário,
certamente a corrupção não cessará.

Em seu objetivo, o Rotary preconiza “a melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um na vida
pública e privada”. O Rotary, portanto, não permite que seus associados sejam pessoas com condutas duvidosas. Nesse sentido, também não pode admitir que políticos sem boas práticas em seus mandatos continuem se reelegendo. O que devemos é conscientizar os eleitores, exatamente como esse Rotary Club está fazendo.

Em junho teremos a Copa do Mundo. Nesse período, o brasileiro costuma vestir a camisa da seleção brasileira e
colocar bandeirolas nos carros – de tal forma que fica parecendo que o orgulho do brasileiro está na sua equipe de
futebol, e não nesta pátria linda e cheia de riquezas. Penso que devemos prolongar as demonstrações de orgulho pela
nossa seleção até o período das eleições. Devemos vestir camisetas nas nossas crianças, colocar bandeiras na frente
de nossas casas, adesivar nossos carros, estimulando, assim, o amor pela nossa pátria e fazendo as pessoas terem
consciência de que este país pertence a elas e que devemos colocar pessoas do bem para nos governar.

Façamos de 2018 o ano em que deixaremos nossas zonas de conforto. Lutemos pela ética na política, fazendo a
diferença na vida das pessoas para que elas tenham oportunidade de debater e escolher os melhores para a
pátria – e não apenas para alguns.

Nós, rotarianos, somos líderes em nossas comunidades e como tal temos o dever de praticar e exigir boas condutas
na vida pública e privada. Ajudando a escolher os melhores governantes com certeza ajudaremos o povo mais
necessitado – e dessa maneira faremos a diferença.


DEZEMBRO/2017

Neste último mês do ano, quero agradecer aqui todo o trabalho desenvolvido pelos governadores de distrito 2017-18, que não cessaram um minuto sequer de lutar para alcançar suas metas. Todos estão desenvolvendo seus quadros associativos e as doações para a Fundação Rotária aumentaram 15% na comparação com o mesmo período
em 2016.

Agora nossos governadores estão se preparando para a abertura de novos clubes, no mínimo cinco em cada distrito, para que possamos atender ainda mais comunidades – e, também, afastar de uma vez por todas esse pesadelo do redistritamento.

Outro dia um governador me disse: “Agora, no período das férias, as coisas param”. Férias? Que férias? Só se
estivermos falando das férias escolares, porque no Rotary não há férias.

Aí contei uma história que me aconteceu quando minha filha Juliana tinha oito anos de idade. Era tradição
passarmos as festas de fim de ano em nossa casa de praia, junto com a família da minha esposa. Numa certa noite, a
Juliana me pediu para ir com ela à praça tomar o sorvete de ameixa que ela tanto adorava, e eu respondi: “Peça para a sua mãe, filha, porque o pai vai à reunião do Rotary”. E ela, com ar de espanto, me perguntou: “O Rotary não tem
férias?”.

Respondi: “Não, filha, o Rotary e os rotarianos não têm férias. Nós trabalhamos por um mundo melhor, para que as
pessoas não morram por falta de remédios ou fiquem doentes por não contar com água potável em suas casas.
Trabalhamos para que as crianças não sejam afetadas pelo vírus da poliomielite e para que tenham um futuro melhor, com menos conflitos e melhor educação. Esse sofrimento todo não tira férias, filha. E por isso, o rotariano também não.”

Neste final de ano, com os parentes reunidos, temos uma excelente oportunidade de agregar nossos familiares ao
Rotary. Possuímos uma força extraordinária que está adormecida e precisa ser acordada. Imagine se agregarmos
às nossas ações o potencial das nossas famílias. Imagine quantos empresários, industriais, pós-graduados, mestres e
doutores estariam entre nós.

Imagine a quantidade de projetos ainda mais ousados que poderíamos realizar, as tantas línguas estrangeiras que
estariam sendo faladas entre nós. Imagine que trabalho fantástico de compreensão e paz mundial poderíamos
expandir.

Precisamos de novos rotarianos com ideias novas. Nossos Rotary Clubs estão ficando maduros, precisam de renovação, de pensamentos e ações novas. Você sabe que, de alguma maneira, também pode ajudar isso a
acontecer, então ajude. Vamos fazer deste mundo um lugar melhor.

Vamos mostrar que O Rotary Faz a Diferença.
Feliz Natal e um próspero e abençoado 2018!


NOVEMBRO/2017

Em 2011, o Rotary Club de Iratí, PR (distrito 4730), fez um levantamento das principais necessidades de sua área de atuação e descobriu que a Santa Casa de Misericórdia local tinha um índice de infecção hospitalar preocupante. Os associados foram atrás de profissionais da área de saúde e discutiram qual seria a melhor solução. Chegaram à conclusão de que deveriam comprar uma autoclave (equipamento para esterilização do ferramental do centro cirúrgico).

Sabendo do potencial da Fundação Rotária em ajudar financeiramente na obtenção desse tipo de equipamento, eles me procuraram. Na época, cu era presidente da Comissão Distrital da Fundação Rotária. então formatamos um Projeto de Subsídios Equivalentes c fomos cm busca de um parceiro internacional.

Acontece que os clubes brasileiros queriam fazer projetos de 60 mil dólares e entrar com somente 1.000 ou 2.000 dólares. Fiz contato com meus parceiros internacionais e um deles me disse: “Espera ai, o Rotary Club de Irati tem um problema em sua comunidade e quer que nós o solucionemos sozinhos? Se eles dividirem o problema conosco. topamos a parceria”. Então. para não perder o parceiro, disse de imediato: “Nós topamos! Qual é a nossa parte?”. A resposta foi que deveríamos entrar com 17 mil dólares. Pensei um pouco e respondi: “Fechado”.

Quando avisei ao presidente que havia conseguido o parceiro, mas que o Rotary Club de Irati deveria participar com 17 mil dólares, ele me disse: “Governador, o senhor está louco”. Então expliquei a ele que, após o projeto ser aprovado e liberado pela Fundação Rotária, teríamos até seis meses para pagar e eu os ajudaria na obtenção dos recursos.

Os companheiros do clube se reuniram e formataram um plano para arrecadar fundos. Agora não era mais pedir dinheiro à Fundação Rotária, mas, sim, fazer parceria com os empresários, sendo que o Rotary Club entraria com 70% dos recursos. Na reunião, um dos companheiros disse: “Estou muito feliz, meu filho acabou de ser promovido a delegado da Receita Federal em Ponta Grossa”, cidade próxima a Irati. Outro comentou: “Ouvi dizer que eles
doam produtos apreendidos de contrabando a projetos sociais”. Conclusão, foram falar com o delegado e ele liberou dois contéineres de objetos apreendidos, organizou-se um bazar e logo os recursos foram obtidos. O clube conseguiu 17 títulos de Companheiro Paul Harris e 17 safiras em um mesmo ano, três vezes mais do que havia arrecadado em 45 anos de existência.

E seu clube, já discutiu qual é a maior necessidade da sua comunidade? Verificou se é possível ajudá-la com recursos da Fundação Rotária? Temos cinco milhões de dólares parados no Brasil que poderiam estar sendo aplicados na melhoria da qualidade de vida de nossas comunidades carentes. Pergunte ao seu governador com quanto o distrito pode ajudar o clube. Pergunte ao presidente da Comissão da Fundação Rotária se ele pode colaborar na realização de um projeto. Enfim, seja de fato um rotariano interessado e participativo no seu clube e no seu distrito. Essa é uma das coisas em que o Rotary faz a diferença.


OUTUBRO/2017

Quando comecei a participar do Rotary, em 1988, todo final de mês o meu clube convidava algum profissional da nossa cidade para prestar um reconhecimento à sua atuação.

Lembro que convidamos um carteiro chamado Ligeirinho, assim conhecido pelo fato de que era sempre o primeiro a terminar sua tarefa. Ligeirinho havia mapeado uma pequena favela, dando nomes às vielas, identificando as casas e também nomeando os recebedores das cartas.

Ninguém tinha acesso àquela favela. A polícia tinha receio de entrar durante o dia, imagine à noite. Pois não é que o ligeirinho fez amizades dentro daquela comunidade, teve sua entrada liberada e com isso pôde fazer seu trabalho?!

Quando recebeu o reconhecimento do nosso clube, um companheiro fez um discurso muito bonito. “Esse jovem profissional fez com que muitas pessoas pudessem ter sua dignidade de volta‘, e disse: “Imagine-se morando num lugar que não é encontrado? Onde não se pode receber nem enviar notícias à família, passando a viver isolado e na maior carência de tudo. No Paraná, anda existem 250 mil endereços iguais àqueles ou seja: rua sem nome, casa sem número”.

Ao agradecer, Ligeirinho declarou surpreso: “Nossa, nunca imaginei que uma cosa tão fácil de fazer fosse tão importante… fico muito feliz de estar aqui e receber essa homenagem. Isso me motiva a falar para os meus companheiros de trabalho da importância do nosso serviço, e tenho certeza de que nós não vamos deixar ninguém mais ficar sem correspondência nesta cidade”. E concluiu: “Além disso, nós vamos encontrar pessoas para escrever as cartas de quem ainda não sabe escrever”.

Veja que, por meio de uma pequena homenagem, podemos aprender a conhecer mas de perto as nossas comunidades.  O Ligeirinho é uma fonte de informações inesgotável para mapearmos as necessidades dos lugares onde vivemos e atuamos. Ele está dentro da comunidade, participa dela.

0 Rotary que eu vejo deve ser feito com simplicidade, com muito companheirismo e muita cumplicidade com os mais carentes. No entanto, além de reconhecermos os profissionais de fora da nossa organização, não podemos esquecer que os próprios Rotary Clubs e seus
associados também estão comprometidos com os Serviços Profissionais e altos padrões éticos em todas as suas ações.

Isso está resumido no Objetivo do Rotary, em nossos valores (serviços humanitários, companheirismo, diversidade, integridade e Liderança), na Prova Quádrupla e no Código Rotário de Conduta – e se aplica por toda a rede mundial de Rotary Clubs e rotarianos.

Para o Rotary International, como entidade corporativa, sua filosofia de responsabilidade social pode ser resumida pelo nosso comprometimento em manter a transparência em governança, administração responsável de recursos financeiros, cuidados com o meio ambiente e práticas trabalhistas justas.

E no seu clube? Vocês já perguntaram quem são os Ligeirinhos de sua comunidade? Se anda não o fizeram, perguntem. São os ligeirinhos que fazem e ajudam o Rotary a fazer a diferença.


SETEMBRO/2017

Fazer com que o Rotary seja mais inclusivo é uma das principais diretrizes dos nossos esforços para aumentar o quadro associativo.

Usamos as diferentes perspectivas c conhecimentos de associados de todas as faixas etárias para melhorar a qualidade de vida mundialmente por meio dc projetos humanitárias autos-sustentáveis.

Aproximadamente 60 milhões de pessoas no mundo são deslocadas por conta de conflitos armados ou perseguição. Em grande parte, as raízes desses conflitos estio nas necessidades humanas básicas – comida, água. habitação. assistência médica. alfabetização, emprego e direitos essenciais não atendidas.

Nós fornecemos treinamentos a jovens e adultos para a prevenção c resolução de conflitos por meio das Bolsas Rotary pela Paz c dc outras iniciativas.

Mais dc 660 milhões de pessoas cm todo o mundo carecem de acesso á água potável e 2.4 bilhões não contam com saneamento adequado. Embora relativamente poucas pessoas morram de sede. diariamente quase 1.000 crianças são vitimas fatais de doenças causadas por água contaminada. Uma das nossas áreas dc enfoque ajuda as comunidades a estabelecer e manter o acesso sustentável â água potável, saneamento e higiene.

E a nossa iniciativa de prover recursos hídricos c saneamento é um catalisador para os nossos esforços nas outras áreas de enfoque prevenção e tratamento de doenças, saúde materno-infantil, educação básica c alfabetização. desenvolvimento económico c comunitário e promoção da paz.

Mais de 750 milhões de pessoas acima de 15 anos de idade – dois terços delas mulheres – são analfabetas. E 250 milhões de crianças carecem de habilidades básicas dc leitura e escrita e conhecimentos numéricos, embora metade delas tenha passado quatro anos na escola. Nossos associados apoiam projetos educacionais que oferecem treinamento para professores. equipes de formação profissional.

integração de tecnologia no currículo escolar c programas dc alfabetização para adultos. Nosso objetivo ê capacitar as comunidades para dar suporte à educação básica e ã alfabetização. reduzir a disparidade entre os sexos nessa área e aumentar a alfabetização de adultos.

Para que tudo isso continue ajudando o Rotary a fazer a diferença na vida das pessoas, precisamos acreditar e realizar. Sonhar é bom. mas não resolve os problemas das comunidades. Vejamos o que dizia o nosso saudoso presidente eleito Sam Owori (1941-2017): “Otimismo è o que nos traz ao Rotary. Porém o Rotary não serve para quem fica apenas no mundo dos sonhos Aqui é lugar para quem quer utilizar seus conhecimentos e habilidades na realização de serviços”.


AGOSTO/2017

Quando um governador de distrito incentiva os clubes ao desenvolvimento do quatro associativo, a maioria dos companheiros diz: “Sempre a mesma ladainha”.

O governador, ao percorrer os clubes nas visitas oficiais, conhece a realidade das comunidades aonde vai. A partir de então, passa a se preocupar com o aumento do quadro associativo. Para seu conhecimento: hoje, se o Rotary no Brasil tivesse o dobro de associados, assim mesmo não seríamos em número suficiente para atender a demanda de necessidades das comunidades. Nenhum governador quer resolver todos os problemas, mas todo governador quer, pelo menos, encaminha-los para uma boa solução.

No mês de setembro, o Rotary dará prioridade à educação básica e à alfabetização. Em alguns países. a maior preocupação é a educação. Aqui no Brasil penso que também deva ser assim. porém me pergunto: será que alguém adquire conhecimento estando com fome? Ou preocupado porque a mãe apanhou do pai ou porque o irmãozinho esta doente e passou a noite chorando? Sempre digo nas apresentações que faço: todo clube tem o dever de saber todas as necessidades da comunidade em que está inserido. Isso facilitará o diálogo e a procura pela solução. Alguns clubes mal sabem qual é sua area de atuação, e isso precisa mudar. Nós temos de nos identificar com nossas comunidades.

Temos também de agregar pessoas mais jovens para mesclar sua visão com a dos mais antigos e, dessa forma, modificar nosso modo de perceber o que a comunidade de fato precisa. A governadora 2006-07 do distrito 4540, Dalva Rigoni, está fazendo um belo trabalho de como levantar as reais necessidades das comunidades e o governador 2004-05 do distrito 4650, Alceu Eberhardt, está mapeando nos 38 distritos do Rotary no país, comunidades com potencial para abertura de novos clubes.

Outra preocupação do Rotary é com o futuro dos nossos jovens, pois serão eles os dirigentes que conduzirõo os destinos da humanidade em todas as suas dimensões: familiar, comunitária, governamental e internacional. 0 Interact, iniciado em 1962, é hoje um programa internacional para adolescentes de 12 a 18 anos. O Intercâmbio de Jovens, criado em 1974 foi adotado pelo Rotary para aqueles entre 15 e 19 anos de idade, possibilitando o aumento de sua experiência por meio do estudo e envolvendo Rotary Clubs, escolas, famílias anfitriãs e rotarianos. O Ryla (Prêmios Rotários de Liderança Juvenil) foi um programa iniciado em Brisbane, Austrália, e é realizado em nível distrital com participantes selecionados por Rotary Clubs locais, visando incentivar o crescimento pessoal e desenvolver habilidades de liderança. O Rotaract, tão importante quanto os anteriores, teve início em 1958 e hoje, mundialmente, abriga jovens de 18 a 30 anos dispostos a servir às comunidades locais e internacionais, além de desenvolver amizades.

Portanto, companheiros. mãos à obra! Vamos fazer deste mundo um lugar diferente e melhor para todos, porque o Rotary faz a diferença.


JULHO/2017

Ao iniciarmos um novo ano rotário, devemos ter em mente que o Rotary anualmente se renova, porém sem perder sua essência.
Dirigentes entrantes pegam o bastão dos dirigentes que estão findando sua gestão e não para um minuto sequer a grande corrida rotária.
A continuidade em nossos projetos e programas é essencial para o Rotary e a cada ano acrescentamos novos projetos, novas ideias, novas emoções e desafios, isso é muito salutar para nossa organização.
Penso ser muito importante deixarmos claro que nossa organização é servidora, ela presta serviços e não doações e “SERVIR É ATENDER NECESSIDADES”.
Dentro dessa visão, prestar serviços na área do voluntariado é atender às necessidades do nosso público-alvo, da comunidade em que cada clube está inserido.
Através da classificação de cada rotariano, temos um elenco incomensurável de atividades de servir, porém com maior eficácia, cada um faz o que sabe fazer.
Com isso em mente, os clubes deverão fazer um levantamento das necessidades de suas comunidades, analisar globalmente o que precisa ser feito, dentro do padrão Rotary de trabalhar, prestar o melhor dos nossos serviços, pois é dessa maneira que o ROTARY FAZ A DIFERENÇA.

Que tenhamos todos, sucesso em nossa caminhada.