tit-governador-18

O dia 24 de outubro é uma data especial para se comemorar. É o Dia Mundial de Combate à Pólio. É a marca do protagonismo do Rotary, na luta desde 1985, quando a doença à época afetava anualmente mais de 350 mil pessoas em 125 países. O sucesso dessa gigantesca empreitada pode ser medido pela redução de casos em mais de 99%, havendo no momento apenas três países ainda endêmicos – Paquistão, Afeganistão e Nigéria, sendo que este último não apresentou nenhum caso este ano. Há muito para celebrarmos quanto ao progresso na luta contra a poliomielite, principal meta do Rotary, há mais de 30 anos, mas apesar de monumental, nosso sucesso ainda é frágil.

O Rotary continua a vacinar centenas de milhões de crianças em grandes campanhas e mesmo assim, ainda existe a ameaça de importação do vírus da pólio, enquanto focos da doença, por menores e mais distantes que sejam, persistirem no planeta.

Jonas Salk, nascido em outubro de 1914, foi o homem que mudaria a história do mundo ao inventar a primeira vacina eficiente contra a pólio. Nos anos 1950, quando a vacina foi introduzida nos Estados Unidos, pesquisas indicavam que a pólio era um dos maiores medos da nação. E, com justa razão, pois durante a epidemia de pólio de 1952, foram registrados lá 58 mil casos da doença, sendo que, no mundo inteiro, a pólio paralisou ou matou mais de meio milhão de pessoas por ano.

Pouco tempo depois da vacina Salk ser criada, Albert Sabin desenvolveu a vacina oral, o que permitiu que uma quantidade imensa de crianças fossem imunizadas rapidamente, com segurança e baixo custo.

O programa Pólio Plus do Rotary nasceu em 1985 com o objetivo de imunizar todas as crianças abaixo de cinco anos de idade contra essa doença incapacitante, muitas vezes mortal. Na época, a ideia era extremamente ambiciosa e muitos acharam ser impossível.

Hoje o Rotary está, mais do que nunca, perto de atingir a meta. O Rotary está no caminho para alcançar, em breve, a total erradicação da pólio da face do planeta.

E quando isso ocorrer, nós rotarianos, teremos a certeza de termos contribuído para um mundo melhor. E de ter dado de presente a nossos filhos e netos um mundo livre da poliomielite.

EDUARDO CAMPOS
Governador Distrito 4490 – 2017/2018
ROTARY INTERNATIONAL


SETEMBRO DE 2017

No calendário rotário setembro é o mês dedicado à educação básica e alfabetização. Atualmente vivemos num país em que os números são estarrecedores porque existem mais de 13 milhões de brasileiros que não sabem ler nem escrever. Diante de número tão alarmante vale saber que o Rotary International patrocina projetos e programas de formação profissional, de treinamento de professores, merenda escolar e livros didáticos com o fim de ajudar comunidades e apoiar a educação básica, bem como oferecer facilidades educacionais para ambos os sexos, proporcionando o aumento da alfabetização entre os adultos.

A educação é a ação mais importante e o caminho certo para o desenvolvimento de nosso país. A educação deve ser a prioridade básica e fundamental quando se pensa no desenvolvimento de uma nação. E o Brasil somente alcançará um pleno desenvolvimento quando pensarmos prioritariamente na educação e na formação cultural dos brasileiros.

E nós rotarianos temos que ajudar na nobre missão de auxiliar os nossos semelhantes que não sabem ler ou escrever, destinados a continuar na pobreza, com graves problemas de saúde, sem higiene e saneamento básico, vivendo isolados de um mundo cada vez mais tecnológico. E pior, com crianças sofrendo o impacto de crescerem em lares de pais analfabetos.

Portanto, vamos realizar projetos e ações que proporcionem formas para prover uma educação de qualidade para essas crianças, a geração futura. E, consequentemente, podermos Fazer a Diferença contribuindo na construção de uma educação de qualidade para o homem de amanhã.

Devolvendo o verde ao planeta Terra

Em 1990, o então presidente do RI, o brasileiro Paulo Viriato da Costa, pediu para todos os rotarianos preservarem o planeta Terra na esperança de que o Rotary despertasse sua consciência ecológica. Segundo ele, ao assumirmos um compromisso com o planeta Terra, estaríamos consolidando nosso compromisso com o futuro. Hoje, a degradação ambiental e as mudanças climáticas são ameaças reais e seu impacto desproporcional afeta principalmente os mais vulneráveis e aqueles a quem o Rotary tem a responsabilidade de servir. Mesmo assim, o meio ambiente praticamente não aparece nas prioridades da nossa organização. Foi-se o tempo em que a sustentabilidade ambiental não era considerada um foco do Rotary. Trata-se de algo com que todos nós devemos nos preocupar.

Um dos problemas da humanidade muito agravado nos tempos atuais é a agressão ao meio ambiente.

O Brasil perde anualmente milhares de quilômetros quadrados de vegetação com o corte de árvores e as queimadas o que atinge diretamente a qualidade do ar que respiramos, a proteção aos mananciais de água potável, a diversidade biológica da flora e da fauna, e a regulação do clima.

No dia 21 de setembro tradicionalmente comemoramos o Dia da Árvore e este ano os clubes de Rotary estão sendo desafiados pelo Presidente Ian Riseley a plantar pelo menos uma árvore para cada um dos seus associados entre o início do ano rotário e 22 de abril de 2018, o Dia da Terra. A esperança é que esta iniciativa tenha um impacto muito maior do que 1,2 milhão de árvores plantadas. Acredita nosso Presidente que o maior resultado será o compromisso do Rotary não apenas com as pessoas que vivem no planeta, mas também com o planeta em si. Será uma grande conquista para o Rotary em 2017-18. Vamos então plantar árvores melhorando o meio ambiente de nossas cidades. O final da campanha em nosso Distrito será por ocasião do encerramento da 67ª Conferência Distrital – Rotarianos Fazendo a Diferença –  exatamente no dia 22 de abril de 2018, Dia Mundial da Terra.


AGOSTO DE 2017

Os Desafios para Crescer

Neste mês de agosto, dedicado pelo Rotary ao Desenvolvimento do Quadro Associativo e de Novos Clubes, lembramos aos nossos associados do Distrito 4490 da importância do trabalho para a conquista de novos companheiros, o fortalecimento dos clubes atuais e a fundação de novos clubes, descobrindo maneiras de fazer com que outras pessoas se juntem ao Rotary. Para tanto, devemos agregar valor à associação para que mais pessoas tenham interesse em fazer parte de nossa organização. Lembramos, também, que cada indivíduo que deseja fazer a diferença é um rotariano em potencial, independente de sua idade ou gênero.

Uma das metas do Presidente Ian Riseley é a de atrair e engajar profissionais jovens, alumni, profissionais liberais, trabalhadores autônomos, empreendedores individuais e recém-aposentados para aumentar o quadro associativo. A outra meta é a de aumentar a diversidade (idade, gênero sexual, etnia e profissão) nos clubes.

O Rotary ainda possui mais homens do que mulheres e isso é um ponto que deve ser trabalhado. Quanto mais mulheres associadas tivermos, mais associadas em potencial poderão vir para os clubes e assim aumentarmos a nossa diversidade.

Na Assembleia Internacional, realizada em janeiro deste ano em San Diego, o Presidente Ian Riseley também lançou alguns desafios.

Um é o equilíbrio entre o número de homens e mulheres nos clubes e o outro a idade média dos nossos rotarianos.

Vinte e oito anos se passaram desde que o Conselho de Legislação aprovou a admissão de mulheres no Rotary. Mesmo assim, apenas 20% dos associados são mulheres – um aumento em comparação aos 13% que tínhamos há dez anos. Se continuarmos neste ritmo, levaremos mais três décadas para chegar aonde precisamos estar: com o mesmo número de homens e mulheres nos Rotary Clubs.

Três décadas é tempo demais para chegar a um Rotary que reflita o mundo em que vivemos. Precisamos que isso seja uma prioridade imediata.

O segundo desafio é a idade média do nosso quadro associativo. Paul Harris tinha apenas 36 anos de idade quando realizou a primeira reunião do Rotary em Chicago, em 1905. Com base nas informações fornecidas, hoje somente 5% dos nossos associados têm menos de 40 anos. A grande maioria tem mais de 60 anos. E estes dados representam somente os associados que informam sua idade, não levando em consideração aqueles que não revelam sua verdadeira idade.

Pensem nisso por um momento. Agora, considerem como o Rotary será daqui a 10 ou 20 anos se não levarmos isso a sério e começarmos a atrair associados mais jovens. É imperativo que encontremos maneiras novas e melhores de engajar os jovens e criar novas gerações de associados e líderes. Isso é essencial para a nossa organização crescer.

Atualmente alguns dos Rotary Clubs do nosso Distrito 4490 apresentam menos de 20 associados. É chegado, também, o momento de fortalecer nossos clubes com a admissão de novos associados que significarão vida nova, energia, entusiasmo, novas ideias e disposição para empreender projetos e enfrentar desafios. O aumento do número de novos companheiros e o fortalecimento dos clubes é um trabalho que não pode parar. Para continuarmos servindo, o Rotary precisa sempre crescer. Vamos mostrar que o Rotary Faz a Diferença.


JULHO DE 2017

Prezados Rotarianos,

Meu primeiro contato com o Rotary aconteceu ainda no distante ano de 1955, numa reunião especial do Rotary Club de Fortaleza, com a presença dos filhos dos associados. Meu pai era rotariano.
Aquela reunião me marcou profundamente. Foi uma experiência que contribuiu para mudar a minha vida pois acredito que naquele dia a semente do Rotary foi plantada em minha alma.
Anos depois ao ingressar no Rotary encontrei o ambiente perfeito que me possibilitaria exercer o ideal de servir, fazendo a diferença ao servir o próximo e à minha comunidade. Aliás, fazer a diferença é uma expressão que ouvimos muito no Rotary, pois representa as oportunidades que temos e aquilo que fazemos.
No Rotary sabemos que juntos podemos fazer mais do que jamais poderíamos imaginar.
Juntos podemos mudar a vida de inúmeras pessoas que jamais conheceremos. Juntos podemos ajudar a garantir que o Rotary continue servindo a humanidade e crescendo, não apenas este ano, mas durante toda nossa vida e muito tempo depois.
Cabe, então, a cada clube e rotariano decidir que tipo de diferença fará, já que somos unidos pelo Rotary, e cada um de nós assumiu o compromisso de Dar de Si Antes de Pensar em Si.
Este será o ano em que trabalharemos para que a luz do Rotary brilhe de forma ainda mais intensa. Será o ano em que todos nós estaremos dedicados a servir por meio do Rotary.
O ano em que faremos a diferença por meio de clubes mais fortes e dinâmicos que atuarão de forma mais eficaz e duradoura. O ano em que acreditaremos em um Rotary que será reconhecido pelo magnífico trabalho que faz. E que continuará a crescer e a se fortalecer para fazer a diferença em todo o mundo.
Será o ano em que mostraremos que O Rotary Faz a Diferença.